As ferramentas de outros, no seu canvas

Registre um servidor Model Context Protocol uma vez e cada ferramenta que ele expõe vira um nó para soltar num fluxo. O mesmo nó serve a dois propósitos — um passo que o orquestrador executa, ou uma capacidade que um agente pode escolher usar.

Registre um servidor MCP e suas ferramentas viram nós do canvas — usáveis como passo comum ou concedidas a um agente.

Como uma ferramenta chega ao seu fluxo

Recursos da plataforma

Preciso de um agente para usar uma ferramenta MCP?

Não. Conecte uma ferramenta com uma ligação comum e ela roda como um passo agendado, igual a qualquer nó, sem nenhum modelo por perto. O caso do agente é o segundo uso, não o único — o que importa se você quer a confiabilidade de uma ferramenta sem a imprevisibilidade de um modelo.

O que acontece quando o servidor adiciona uma ferramenta?

Ela aparece. O catálogo é lido do servidor em vez de copiado para a nossa configuração, então não há uma segunda lista para atualizar nem como as duas discordarem sobre o que existe ou quais argumentos aceita.

Posso controlar quais ferramentas um agente pode chamar?

Sim, e é a única forma de ele obter alguma. Um agente pode chamar exatamente as ferramentas às quais você ligou uma aresta — não há conjunto ambiente herdado do workspace. Remover a ligação remove a capacidade, e o grafo passa a ser uma declaração legível do que o agente pode alcançar.

Experimente em um fluxo real